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17 abr, 2026
Publicada em: 12 de 2021 às de 2 hs
Itabuna: Augusto e Andirlei lamentam a morte de Mário Albiani, ex-presidente do TJ-Bahia

O prefeito de Itabuna e o ex-presidente da seção local da Ordem da Advogados do Brasil lamentaram a morte do desembargador Mário Albiani, ocorrida em Salvador, neste domingo dia 11.

O corpo do ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia será cremado na tarde desta segunda-feira no Cemitério Jardim da Saudade, na capital baiana.

Mário Albiani Alves estava internado no Hospital Aliança, onde faleceu. A causa da morte ainda não foi divulgada. Ele era pai do também desembargador Mário Augusto Albiani Alves Júnior.

“Dr. Mário Albiani foi um grande juiz que muito contribuiu para o fortalecimento da magistratura baiana. Ao longo de sua carreira, ele buscou uma aproximação entre Justiça, os juízes e todos os segmentos da sociedade. O Judiciário estadual perde um grande quadro”, disse o prefeito Augusto Castro ao Blog do Bené.

O advogado Andirlei Nascimento, ex-presidente da OAB de Itabuna lembrou que “enquanto presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, Dr. Mário Albiani construiu um grande número de fóruns nas comarcas baianas. Ao cumprir o que prevê a Constituição, ele contribuiu para a celeridade dos atos processuais”.

Baiano de Salvador, Mário Albiani formou-se em Direito em 1963 pela Universidade Federal da Bahia em 1954. Aprovado em concurso em 1963, foi nomeado juiz no ano seguinte para a comarca de Palmeiras, na Chapada Diamantina. Na região sul, ele foi juiz em Coaraci.  

Em 1991, foi governador da Bahia durante dez dias, durante o Governo de Nilo Coelho, que, como vice, assumira o Governo do Estado no lugar de Waldir Pires, que renunciara para concorrer à vice-presidência da República, na chapa com Ulisses Guimarães.

Em 1979, foi promovido a desembargador do Tribunal de Justiça da Bahia, onde posteriormente tornou-se presidente da Corte. Foi, também, por sete mandatos, presidente da Amab-Associação dos Magistrados da Bahia. Na entidade, fundou a Escola de Preparação e Aperfeiçoamento da Magistratura, renomeada depois Emab-Escola de Magistrados da Bahia, onde também foi diretor.


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